divagações concretas concretudes abstratas

e um copo vazio está
cheio de ar

2.6.08

poema de uma coisa que não tem nome

_

as gavetas todas etiquetadas
aquele arquivo grande,cinza
e eu confuso aqui
onde colocar essa coisa que não tem nome?
nesse dar nomes que a gente engole seco
não tem lugar pra esse não sei o que é de sentir


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eu?

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to correndo.sempre pressa.meio atrasado.ligação perdida.olhar atento.desculpa o atraso.to indo embora.quer carona?aqui desse lado,aqui..assim mesmo.meu fluminense e meus desejos.um beijo do seu.eu aqui em qualquer lugar aqui, espaço pra vazão a idéias. ficção criando uma verdade pseudo pessoal. "eu quero uma verdade inventada"

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