divagações concretas concretudes abstratas

e um copo vazio está
cheio de ar

22.6.09

todo mundo tem seu pote
*todo mundo tem uma palavra pra chamar de sua





rever erros de ortografia,
comecei a poesia assim.
preocupado com o que queria
escrever.

a pouco acessivel inspiração não
me dava bola, nem me olhava de canto de
olho.
mas queria escrever alguma coisa.
não tinha o motivo, não tinha o poema.

deu vontade de sentar, deixar os dedos
escreverem sem que a cabeça censurasse absolutamente
nada ou quase tudo.
isso foi, saindo assim, escrevendo sem pensar,
sem achar a métrica, a réplica quiçá até a tréplica
potencia. sem estilizar, sem quebrar a cabeça pra encaixar a

palavra com a palavra.
me deu vontade de parar.gostei do som de dizer isso.
que nem pote*.

palavra com palavra é bom de falar
palavra com palavra parece um beijo.


me dei por satisfeito,
eis que a poesia termina como um beijo.




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to correndo.sempre pressa.meio atrasado.ligação perdida.olhar atento.desculpa o atraso.to indo embora.quer carona?aqui desse lado,aqui..assim mesmo.meu fluminense e meus desejos.um beijo do seu.eu aqui em qualquer lugar aqui, espaço pra vazão a idéias. ficção criando uma verdade pseudo pessoal. "eu quero uma verdade inventada"

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