divagações concretas concretudes abstratas

e um copo vazio está
cheio de ar

24.10.09

que teima em não calar os dedos, não importa a hora.
que se inquieta,adora isso e quer falar.
que inflama a alma quando termina uma poesia.
mas
no fim são só palavras.



:

Um comentário:

Marcelo Mayer disse...

por isso uma palavra as vezes basta

eu?

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to correndo.sempre pressa.meio atrasado.ligação perdida.olhar atento.desculpa o atraso.to indo embora.quer carona?aqui desse lado,aqui..assim mesmo.meu fluminense e meus desejos.um beijo do seu.eu aqui em qualquer lugar aqui, espaço pra vazão a idéias. ficção criando uma verdade pseudo pessoal. "eu quero uma verdade inventada"

leia me

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[alter]ego marginal

quantas?

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