divagações concretas concretudes abstratas

e um copo vazio está
cheio de ar

11.3.10

poema piegas


o amor não tem limites
o amor não sabe do que você está falando
o amor não tem nada a declarar
o amor não te deve nada
o amor nasceu sabendo
o amor nunca é tarde pra aprender
o amor não respeita ninguém
o amor não ama ninguém
o amor não sabe fazer conta
o amor não sabe dividir
o amor não aprendeu a ler
o amor é atemporal
o amor nunca ouviu falar em ética
o amor também é mau
o amor passou fome criança
o amor foi feliz uma vez na infância
o amor está intacto desde que caiu no chão
o amor tem pára quedas
o amor reclama de dor nas costas




:

Nenhum comentário:

eu?

Minha foto
to correndo.sempre pressa.meio atrasado.ligação perdida.olhar atento.desculpa o atraso.to indo embora.quer carona?aqui desse lado,aqui..assim mesmo.meu fluminense e meus desejos.um beijo do seu.eu aqui em qualquer lugar aqui, espaço pra vazão a idéias. ficção criando uma verdade pseudo pessoal. "eu quero uma verdade inventada"

leia me

outras divagações


[alter]ego marginal

quantas?

free counter